Higiene da pele

No dia-a-dia, há diversas impurezas que se depositam sobre a pele: partículas de poluição, suor, resíduos de maquiagem, cremes e outros cosméticos, bactérias,  além das células mortas e secreções produzidas pelo próprio corpo.

Se não forem eliminadas, essas impurezas podem levar à obstrução dos poros, à ocorrência de processos inflamatórios e ao surgimentos de cravos, espinhas e miliuns (“bolinhas” de sebo), aumentando também a oleosidade. Além disso, a falta de higiene deixa a pele opaca e sem vida, dificulta a ação de cosméticos e acelera o processo de envelhecimento.

A pele do rosto deve ser higienizada duas vezes por dia: de manhã e de noite. Pela manhã, a pele deve-se remover as impurezas acumuladas durante a noite. Recomenda-se o uso de um sabonete adequado ao tipo de pele, preferencialmente líquido. À noite, como a quantidade de impurezas depositadas sobre a cútis é maior, a higienização com sabonete deve ser complementada com produtos específicos, como tônicos e loções. É imprescindível também que a maquiagem seja retirada antes de dormir, com demaquilantes apropriados.

As áreas mais expostas aos agentes poluentes, como o rosto, precisam ser lavadas com mais frequência. O ideal é que a água esteja em uma temperatura mediana – água fria demais dificulta a higiene, enquanto água extremamente quente irrita e remove toda a proteção natural da pele. Sabonete em excesso contribui para o ressecamento.

Para as peles oleosas a mistas, o ideal é optar por sabonetes à base de ingredientes adstringentes com alfa-hidroxiácidos (acido salicílico, mandélico, málico, glicólico etc) e enxofre, ingredientes que favorecem a remoção das impurezas e a desobstrução dos poros. No caso das peles secas e normais, o ideal também são os sabonetes líquidos, com pH neutro, e complementação da limpeza com loção ou leite de limpeza.

Ao menos duas vezes por semana, recomenda-se remover as camadas de células mortas por meio da esfoliação. O ideal são os produtos com ácido alta-hidróxi, dotado de propriedades anti-inflamatórias.

 

Fonte: www.sbcd.org.br