Hábitos ALIMENTARES e emoções que refletem na Pele – post 1 de 4

Alergia Alimentar

É a denominação utilizada para as reações adversas aos alimentos (RAA) não tóxicas, que envolvem
mecanismos imunológicos, resultando em grande variabilidade de manifestações clínicas.
Na maior parte dos casos, os alergenos alimentares são proteínas mal digeridas ou uma molécula
ligada à proteína alimentar que é identificada como um “corpo estranho”.
Ao fazermos uma análise crítica das mudanças do comportamento alimentar da sociedade, verificamos que vários fatores nutricionais contribuíram para que as manifestações alérgicas se tornassem tão constantes e presentes
no estado de saúde da população.

Os principais alimentos alergênicos são os que possuem proteínas de difícil digestão, desencadeando inúmeros desequilíbrios no organismo até mesmo um processo inflamatório crônico. Em geral, leite de vaca, leite de cabra, soja, trigo (glúten), ovo (principalmente a clara), amendoim, oleaginosas, peixes, frutos do mar, milho e cítricos são desencadeantes comuns de manifestações alérgicas. Porém, considerando a individualidade bioquímica, as hipersensibilidades alimentares podem acontecer com qualquer alimento.

Dependendo da predisposição genética, da monotonia alimentar, da capacidade de destoxificação e da capacidade funcional do trato gastrointestinal, o indivíduo pode ou não expressar as hipersensibilidades alimentares.

A parede intestinal é responsável por selecionar a entrada de nutrientes e de não nutrientes no organismo. Para tanto, os alimentos precisam passar adequadamente por todos os processos de digestão para liberarem todos
os nutrientes dos quais esses são formados.

O comportamento alimentar atual está associado com alto consumo de produtos industrializados que possuem excesso de componentes alergênicos, juntamente com a falta de ingestão de micronutrientes e ômega 3, que exercem um papel extremamente importante na defesa contra alergênicos, provocando assim o processo alérgico.

 

Fonte: galena.com.br