Hábitos ALIMENTARES e emoções que refletem na Pele – post 3 de 4

Estresse: um facilitador na instalação do processo alérgico alimentar.

O aumento de estresse físico, mental e/ou emocional, implica no aumento da liberação das catecolaminas. Além das células de defesa ter receptores para as catecolaminas, esses hormônios do estresse podem provocar uma alteração da mucosa intestinal – disbiose intestinal – esta situação quando instalada, demanda uma quantidade muito alta de vitaminas, como Vitamina C, B5, B6 entre outras, além de minerais, principalmente o magnésio, provocando a carência desses importantes nutrientes para o sistema imunológico e para o sistema nervoso central. Normalmente o estresse não é a causa de um processo alérgico, porém, favorece sua instalação, por perda de defesa e função.

Vários fatores favorecem as manifestações das hipersensibilidades alimentares:

  • Alterações na integridade do trato gastrointestinal, que podem ser
    causa e também consequência de alergias alimentares e/ou químicas,
    iniciando um círculo vicioso;
  • Consumo regular de carboidratos refinados e aditivos químicos;
  • Consumo regular de fatores antinutricionais (por exemplo, excesso de
    cafeína, álcool ou açúcar);
  • Deficiência de enzimas digestivas (por exemplo, lactase); hipocloridria
    ou acloridria;
  • Alérgenos alimentares (individual);
  • Infecções (por parasitas, bactérias, fungos, leveduras);
  • Alta quantidade de espécies reativas de oxigênio (ROS);
  • Carências nutricionais (folato, zinco, vitamina A, vitamina E, B12, B6,
    B5, L-glutamina, vitamina D, magnésio, vitamina e outros);
  • Drogas como anti-inflamatórios não esteroidais, corticosteroides, anticoncepcionais,
    antibióticos, laxantes, quimioterápicos;
  • Hipersensibilidade ao glúten, aumentando a expressão da zonulina,
    entre outros fatores;
  • Disbiose intestinal; a microbiota intestinal saudável é um dos principais
    determinantes do equilíbrio do sistema imunológico, incluindo a sua
    importância na formação das células tolerogênicas
  • A falta da ingestão mínima recomendada pela OMS de legumes, verduras
    e frutas (400 gr ao dia), assim como de cereais integrais e leguminosas,
    que são fundamentais, entre inúmeros fatores, para disponibilizar
    as fibras prebióticas necessárias para a fermentação e desenvolvimento
    das bactérias probióticas

Fonte: galena.com.br